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(A indiada bate coxa na bailanta do fundão
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Se acolhera com as morochas na penumbra do lampião oi)
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Num tal de espicha e encolhe a gaitita se desmancha
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Pelo trote deste fole até a noite pede cancha
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A guampa cheia de canha, vai de um lado pro outro lado
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E o chinaredo se assanha neste surungo largado
Int.( )
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Numa prosa ao pé da orelha, o xirú roça o bigode
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Na bochecha bem vermelha, da changa que se sacode
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E prossegue o mano a mano a lo largo no galpão
A5 E5 B5 E5
Num tal de vamo-que-vamo na bailanta do fundão
Int.( )
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Não existe china feia, nem gaudério remanchão
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Quando a gaita corcoveia, todo mundo dá de mão
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Quando o sol ardendo em brasas no fundão dá os costados
A5 E5 B5 E5
Os casais se vão pra casa esquecidos namorados
Int.