Sem coroa novamente deve estar a rainha
O troféu em seu túmulo ainda não foi visto
Um barco no rio confessando os pecados
O Enigmático revelando
As coisas escondidas profundamente
Sem coroa novamente deve estar o rei
Uma gaivota coberta de óleo
Com uma asa quebrada
Um carona na estrada sozinho e perdido
Ferro afia ferro – uma vez foi verdade
Minha é a Terra e a espada na pedra
Meu é trono pelo ídolo
Um momento passageiro e tudo se vai
Sem coroa novamente
Eu cairei?
Vagando por castelos afiados como navalha
Governando tudo exceto a mim mesmo
(Agora minha noite é deitada para dormir)
Uma rosa perfumada
Vale dez vezes mais do que eu valho
Um aleijado mendigando por uma moeda
É mais corajoso do que eu nunca fui
Meu reflexo – Diabo vestido de branco
Punindo o ser
Se tornou o que eu uma vez fui
Minha é a Terra...